Por que a unha encrava
Corte arredondado, calçados apertados, trauma e o formato da unha favorecem a penetração da borda na pele. Identificar e corrigir esses fatores faz parte do tratamento e da prevenção de novos episódios.
Unha encravada
Tratamento da unha encravada em Copacabana, no Rio de Janeiro: medidas clínicas nos casos iniciais e correção cirúrgica definitiva quando a inflamação se repete.

A unha encravada ocorre quando a borda da unha penetra a pele ao redor, causando dor, vermelhidão, inchaço e, às vezes, infecção. Corte arredondado, calçados apertados, traumas e o próprio formato da unha favorecem o problema, e grande parte dos casos pode ser prevenida com o corte reto e calçados adequados.
Em fases iniciais, medidas clínicas costumam resolver: correção do corte, cuidados locais e, quando necessário, tratamento da infecção associada. Quando a inflamação se repete, é intensa ou a anatomia da unha é desfavorável, a correção cirúrgica definitiva da borda passa a ser a indicação: um procedimento com anestesia local que remove a borda encravada e trata a matriz para reduzir a recidiva.
O Dr. Miguel Ceccarelli, dermatologista dedicado às doenças das unhas, avalia cada caso e conduz do tratamento clínico à cirurgia, quando indicada. Pessoas com diabetes ou problemas de circulação merecem atenção redobrada: infecções nos pés podem evoluir rapidamente nesses casos, e o cuidado não deve ser adiado.
Exames e tratamentos são indicados somente após a consulta e variam conforme o diagnóstico, a saúde e os objetivos de cada paciente.
Corte arredondado, calçados apertados, trauma e o formato da unha favorecem a penetração da borda na pele. Identificar e corrigir esses fatores faz parte do tratamento e da prevenção de novos episódios.
Nas fases iniciais: correção da forma de cortar, medidas locais para desinflamação e, quando necessário, tratamento da infecção associada. Muitos casos se resolvem sem cirurgia.
Recorrências frequentes, inflamação intensa ou anatomia desfavorável da unha indicam a correção cirúrgica definitiva. A decisão é individual, avaliada em consulta.
Procedimento em consultório, com anestesia local, que remove a borda encravada e trata a matriz naquela margem para reduzir a chance de recidiva. Curativos e retornos completam o cuidado.
Quem tem diabetes ou má circulação não deve adiar o cuidado: infecções nos pés podem evoluir rapidamente nesses casos. Pus, vermelhidão que se espalha, febre ou dor intensa pedem avaliação rápida.
Corte reto das unhas, calçados com espaço adequado para os dedos e atenção precoce aos primeiros sinais de inflamação previnem grande parte dos episódios.
Conversa detalhada sobre os sintomas, o tempo de evolução, os tratamentos já realizados e o impacto na rotina.
Avaliação dirigida da pele, dos cabelos ou das unhas, com dermatoscopia quando indicada.
Exames laboratoriais, cultura, exame micológico ou biópsia apenas quando contribuem para o diagnóstico.
Tratamento individualizado, orientações práticas e acompanhamento da resposta ao longo do tempo.

Profissional desta área
CRM-RJ 52-0109245-6 · RQE 34414
Dermatologista com atuação dedicada às doenças das unhas, o Dr. Miguel conduz o tratamento da unha encravada do cuidado clínico à correção cirúrgica definitiva, realizada na própria clínica.
Conhecer formação e áreas de atuação →Não. Muitos casos iniciais melhoram com correção do corte, medidas locais e tratamento da infecção quando presente. A cirurgia é indicada principalmente quando a inflamação se repete, é intensa ou a anatomia da unha é desfavorável.
É um procedimento em consultório, com anestesia local, que remove a borda encravada e trata a matriz naquela margem para reduzir a chance de o problema voltar. Curativos simples e retornos completam a recuperação.
O tratamento da matriz na margem operada reduz bastante a recidiva naquele ponto, mas hábitos como corte arredondado e calçados apertados seguem favorecendo novos episódios; a prevenção continua importante.
Se houver pus, vermelhidão que se espalha, febre ou dor intensa. E não adie o cuidado se você tem diabetes ou má circulação: infecções nos pés podem evoluir rapidamente nesses casos.
Corte reto, sem arredondar os cantos, calçados com espaço adequado para os dedos e atenção aos primeiros sinais de inflamação. Quem já teve episódios repetidos deve discutir a correção definitiva em consulta.
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