Blefaroplastia

Blefaroplastia: avaliação criteriosa antes da cirurgia das pálpebras.

Avaliação do excesso de pele palpebral, da saúde ocular e das expectativas antes da blefaroplastia, com plano cirúrgico individualizado, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Dr. Diego Gálvez, dermatologista da Clínica QARA

Nem toda queixa na região dos olhos se resolve com blefaroplastia.

A blefaroplastia trata o excesso de pele das pálpebras que pesa sobre o olhar: um incômodo que pode ser estético e, em alguns casos, também funcional, quando a pele repousa sobre os cílios e cansa a visão no fim do dia. Mas nem toda queixa na região dos olhos se resolve com essa cirurgia: a posição das sobrancelhas, a qualidade da pele e outras condições da região precisam ser avaliadas antes de qualquer decisão.

A avaliação examina as pálpebras, a posição das sobrancelhas e a superfície ocular, e considera condições oftalmológicas: olho seco, por exemplo, influencia a indicação e o planejamento. As expectativas são alinhadas antes de qualquer decisão cirúrgica: o objetivo é um olhar descansado e natural, não uma mudança de fisionomia.

O procedimento é planejado individualmente na clínica, em geral com anestesia local e sedação, com retirada do excesso de pele e cicatriz posicionada na dobra palpebral, onde tende a ficar discreta. A recuperação envolve repouso relativo, compressas e cuidados locais nos primeiros dias, com inchaço e roxos temporários que fazem parte do processo.

Condições atendidas nesta especialidade.

Exames e tratamentos são indicados somente após a consulta e variam conforme o diagnóstico, a saúde e os objetivos de cada paciente.

Quando é considerada

Excesso de pele que pesa sobre os cílios, cansaço visual no fim do dia e incômodo estético persistente motivam a avaliação. A indicação é definida caso a caso, depois do exame da região.

A avaliação

Exame das pálpebras, da posição das sobrancelhas e da superfície ocular. Condições oftalmológicas, como olho seco, são consideradas no planejamento, e podem pedir cuidado conjunto com a oftalmologia.

O planejamento cirúrgico

A quantidade de pele a remover e o desenho da incisão são definidos individualmente, buscando um olhar descansado que preserva a fisionomia. O que a cirurgia pode e não pode mudar fica claro antes da decisão.

Como é a cirurgia

Procedimento em geral com anestesia local e sedação, com retirada do excesso de pele e sutura na dobra palpebral, onde a cicatriz tende a ficar discreta com o tempo.

Recuperação

Repouso relativo, compressas e cuidados locais nos primeiros dias. Inchaço e roxos temporários fazem parte da recuperação esperada; os retornos acompanham a cicatrização.

Sinais de alerta no pós-operatório

Dor ocular intensa, sangramento persistente, alteração da visão ou incapacidade de fechar os olhos não fazem parte da recuperação esperada e exigem avaliação imediata.

Da queixa ao plano de tratamento.

  1. 01

    Escuta e histórico

    Conversa detalhada sobre os sintomas, o tempo de evolução, os tratamentos já realizados e o impacto na rotina.

  2. 02

    Exame dermatológico

    Avaliação dirigida da pele, dos cabelos ou das unhas, com dermatoscopia quando indicada.

  3. 03

    Investigação

    Exames laboratoriais, cultura, exame micológico ou biópsia apenas quando contribuem para o diagnóstico.

  4. 04

    Plano de cuidado

    Tratamento individualizado, orientações práticas e acompanhamento da resposta ao longo do tempo.

Dr. Diego Gálvez

Profissional desta área

Dr. Diego Gálvez

CRM-RJ 52-0112387-4 · RQE 57517

Dermatologista e cirurgião dermatológico, o Dr. Diego conduz a avaliação e o planejamento da blefaroplastia, com atenção à saúde ocular e às expectativas de cada paciente.

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O que saber antes de agendar.

Para quem a blefaroplastia é indicada?

Para quem tem excesso de pele palpebral que pesa sobre o olhar, com incômodo estético persistente ou repercussão funcional, como cansaço visual. A indicação é confirmada em avaliação, que também identifica queixas da região que pedem outras abordagens.

A cirurgia deixa cicatriz visível?

A incisão é posicionada na dobra natural da pálpebra, onde a cicatriz tende a ficar discreta com a evolução da cicatrização. O resultado individual varia e é acompanhado nos retornos.

Como é a recuperação?

Repouso relativo, compressas e cuidados locais nos primeiros dias, com inchaço e roxos temporários. O tempo até retomar cada atividade é orientado na consulta, conforme o caso.

Quem tem olho seco pode operar?

Condições oftalmológicas como o olho seco influenciam a indicação e o planejamento, e são avaliadas antes da decisão. Em alguns casos, o cuidado é feito em conjunto com a oftalmologia.

Quais sinais exigem contato imediato após a cirurgia?

Dor ocular intensa, sangramento persistente, alteração da visão ou incapacidade de fechar os olhos; esses sinais não fazem parte da recuperação esperada e pedem avaliação imediata.

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