Quando é considerada
Excesso de pele que pesa sobre os cílios, cansaço visual no fim do dia e incômodo estético persistente motivam a avaliação. A indicação é definida caso a caso, depois do exame da região.
Blefaroplastia
Avaliação do excesso de pele palpebral, da saúde ocular e das expectativas antes da blefaroplastia, com plano cirúrgico individualizado, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

A blefaroplastia trata o excesso de pele das pálpebras que pesa sobre o olhar: um incômodo que pode ser estético e, em alguns casos, também funcional, quando a pele repousa sobre os cílios e cansa a visão no fim do dia. Mas nem toda queixa na região dos olhos se resolve com essa cirurgia: a posição das sobrancelhas, a qualidade da pele e outras condições da região precisam ser avaliadas antes de qualquer decisão.
A avaliação examina as pálpebras, a posição das sobrancelhas e a superfície ocular, e considera condições oftalmológicas: olho seco, por exemplo, influencia a indicação e o planejamento. As expectativas são alinhadas antes de qualquer decisão cirúrgica: o objetivo é um olhar descansado e natural, não uma mudança de fisionomia.
O procedimento é planejado individualmente na clínica, em geral com anestesia local e sedação, com retirada do excesso de pele e cicatriz posicionada na dobra palpebral, onde tende a ficar discreta. A recuperação envolve repouso relativo, compressas e cuidados locais nos primeiros dias, com inchaço e roxos temporários que fazem parte do processo.
Exames e tratamentos são indicados somente após a consulta e variam conforme o diagnóstico, a saúde e os objetivos de cada paciente.
Excesso de pele que pesa sobre os cílios, cansaço visual no fim do dia e incômodo estético persistente motivam a avaliação. A indicação é definida caso a caso, depois do exame da região.
Exame das pálpebras, da posição das sobrancelhas e da superfície ocular. Condições oftalmológicas, como olho seco, são consideradas no planejamento, e podem pedir cuidado conjunto com a oftalmologia.
A quantidade de pele a remover e o desenho da incisão são definidos individualmente, buscando um olhar descansado que preserva a fisionomia. O que a cirurgia pode e não pode mudar fica claro antes da decisão.
Procedimento em geral com anestesia local e sedação, com retirada do excesso de pele e sutura na dobra palpebral, onde a cicatriz tende a ficar discreta com o tempo.
Repouso relativo, compressas e cuidados locais nos primeiros dias. Inchaço e roxos temporários fazem parte da recuperação esperada; os retornos acompanham a cicatrização.
Dor ocular intensa, sangramento persistente, alteração da visão ou incapacidade de fechar os olhos não fazem parte da recuperação esperada e exigem avaliação imediata.
Conversa detalhada sobre os sintomas, o tempo de evolução, os tratamentos já realizados e o impacto na rotina.
Avaliação dirigida da pele, dos cabelos ou das unhas, com dermatoscopia quando indicada.
Exames laboratoriais, cultura, exame micológico ou biópsia apenas quando contribuem para o diagnóstico.
Tratamento individualizado, orientações práticas e acompanhamento da resposta ao longo do tempo.

Profissional desta área
CRM-RJ 52-0112387-4 · RQE 57517
Dermatologista e cirurgião dermatológico, o Dr. Diego conduz a avaliação e o planejamento da blefaroplastia, com atenção à saúde ocular e às expectativas de cada paciente.
Conhecer formação e áreas de atuação →Para quem tem excesso de pele palpebral que pesa sobre o olhar, com incômodo estético persistente ou repercussão funcional, como cansaço visual. A indicação é confirmada em avaliação, que também identifica queixas da região que pedem outras abordagens.
A incisão é posicionada na dobra natural da pálpebra, onde a cicatriz tende a ficar discreta com a evolução da cicatrização. O resultado individual varia e é acompanhado nos retornos.
Repouso relativo, compressas e cuidados locais nos primeiros dias, com inchaço e roxos temporários. O tempo até retomar cada atividade é orientado na consulta, conforme o caso.
Condições oftalmológicas como o olho seco influenciam a indicação e o planejamento, e são avaliadas antes da decisão. Em alguns casos, o cuidado é feito em conjunto com a oftalmologia.
Dor ocular intensa, sangramento persistente, alteração da visão ou incapacidade de fechar os olhos; esses sinais não fazem parte da recuperação esperada e pedem avaliação imediata.
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