Alopecia androgenética
Afinamento progressivo de origem genética e hormonal, com padrões diferentes em homens e mulheres. Começar cedo ajuda a limitar a progressão; o transplante capilar é opção apenas em casos selecionados e estáveis.
Queda de cabelo
Investigação da queda de cabelo com tricoscopia, diagnóstico do padrão e tratamento dirigido à causa, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Alopecia androgenética, eflúvio telógeno, alopecia areata, doenças do couro cabeludo e alopecias cicatriciais causam queda por mecanismos diferentes, e mais de uma causa pode coexistir na mesma pessoa. Suplementos e tratamentos por conta própria, sem diagnóstico, costumam não ajudar; em alopecias cicatriciais, o atraso pode significar perda definitiva dos fios.
Queda intensa ou persistente, afinamento progressivo e falhas delimitadas justificam a consulta; sintomas no couro cabeludo, como dor, ardor, feridas, descamação intensa ou coceira, pedem avaliação mais breve.
A investigação é conduzida pela Dra. Diana Stohmann, dermatologista dedicada à tricologia: história detalhada, exame do couro cabeludo e tricoscopia, com exames laboratoriais ou biópsia quando contribuem para o diagnóstico. O tratamento é dirigido à causa, da correção de fatores associados aos medicamentos tópicos e sistêmicos, e, em casos selecionados de alopecia androgenética estável, inclui a avaliação de transplante capilar FUE.
Exames e tratamentos são indicados somente após a consulta e variam conforme o diagnóstico, a saúde e os objetivos de cada paciente.
Afinamento progressivo de origem genética e hormonal, com padrões diferentes em homens e mulheres. Começar cedo ajuda a limitar a progressão; o transplante capilar é opção apenas em casos selecionados e estáveis.
Queda difusa que costuma surgir dois a três meses após um gatilho: parto, cirurgias, infecções, dietas restritivas, alterações da tireoide ou estresse intenso. Na maioria dos casos é temporário e reversível; identificar o gatilho acelera a recuperação.
Falhas delimitadas, de aparecimento muitas vezes rápido, por inflamação autoimune do folículo. O diagnóstico é clínico e tricoscópico, e o tratamento varia da observação a medicamentos tópicos, injetáveis e sistêmicos.
Doenças inflamatórias que podem substituir o folículo por cicatriz, com perda definitiva na área afetada. O diagnóstico precoce, com biópsia quando indicada, é decisivo para controlar a inflamação a tempo.
Dermatite seborreica, psoríase e outras condições causam descamação, coceira e podem interferir na saúde dos fios. A tricoscopia ajuda a diferenciá-las, e o tratamento é dirigido à causa.
A tricoscopia é parte central do exame tricológico: diferencia padrões de queda e orienta a investigação. Laboratório e biópsia do couro cabeludo entram quando acrescentam informação ao diagnóstico.
Conversa detalhada sobre os sintomas, o tempo de evolução, os tratamentos já realizados e o impacto na rotina.
Avaliação dirigida da pele, dos cabelos ou das unhas, com dermatoscopia quando indicada.
Exames laboratoriais, cultura, exame micológico ou biópsia apenas quando contribuem para o diagnóstico.
Tratamento individualizado, orientações práticas e acompanhamento da resposta ao longo do tempo.

Profissional desta área
CRM-RJ 52-1305301 · RQE 57357
Dermatologista dedicada à tricologia, a Dra. Diana conduz a investigação da queda capilar com tricoscopia, o tratamento clínico das alopecias e a avaliação de transplante capilar FUE em casos selecionados.
Conhecer formação e áreas de atuação →Alguma queda diária é esperada e varia entre pessoas e épocas do ano. Mais importante do que contar fios é observar mudanças: queda intensa que persiste, afinamento progressivo, falhas delimitadas ou sintomas no couro cabeludo merecem avaliação.
A base é a história clínica e a tricoscopia, exame que amplia o couro cabeludo e os fios e diferencia os padrões de queda. Exames laboratoriais ou biópsia são solicitados quando contribuem para o diagnóstico.
Sem uma deficiência identificada, suplementos tendem a não ajudar. O caminho é diagnosticar a causa da queda e corrigir o que de fato está envolvido, que pode incluir fatores nutricionais, mas não se resume a eles.
Quando há dor, ardor, feridas, secreção, descamação intensa ou áreas de cicatriz no couro cabeludo, sinais que podem indicar alopecias cicatriciais, nas quais o atraso pode significar perda definitiva. Falhas que surgem rapidamente também pedem avaliação breve.
Não. O transplante é indicado principalmente para alopecia androgenética estável, após diagnóstico, estabilização da queda e avaliação da área doadora. Outras causas de queda pedem tratamento clínico dirigido.
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