Melasma

Controle do melasma com plano em etapas e manutenção contínua.

Avaliação do padrão e da profundidade do pigmento e tratamento individualizado do melasma, com estratégia de manutenção, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Dr. Diego Gálvez, dermatologista da Clínica QARA

Melasma é uma condição crônica da pigmentação, não uma mancha comum.

O melasma é uma hiperpigmentação adquirida e crônica, mais comum em mulheres, com participação de predisposição genética, hormônios e exposição à luz. Os melanócitos das áreas afetadas permanecem mais reativos: não apenas o sol direto, mas também a luz visível e o calor estimulam a produção de pigmento; por isso, as manchas tendem a voltar, mesmo com protetor solar.

Vale procurar avaliação quando manchas acastanhadas surgem ou escurecem no rosto, quando tratamentos anteriores irritaram a pele ou não trouxeram resultado, ou quando há dúvida sobre o diagnóstico: nem toda mancha escura é melasma, e algumas lesões pigmentadas exigem exame dermatológico para excluir outras causas.

Na Clínica QARA, em Copacabana, o tratamento é planejado em etapas: fotoproteção diária adequada ao quadro, clareadores tópicos e, em casos selecionados, peelings e tecnologias, sempre com reavaliação da resposta. Tratamentos agressivos que irritam a pele podem piorar a mancha, e a manutenção contínua faz parte do plano, não é sinal de falha.

Condições atendidas nesta especialidade.

Exames e tratamentos são indicados somente após a consulta e variam conforme o diagnóstico, a saúde e os objetivos de cada paciente.

Avaliação do pigmento

O exame avalia o padrão, a profundidade e a extensão do pigmento, fatores que influenciam diretamente a resposta ao tratamento. Essa avaliação também diferencia o melasma de outras causas de manchas no rosto.

Fotoproteção estratégica

Protetor solar diário com reaplicação, filtros com cor, que ajudam a bloquear a luz visível, e hábitos de sombra são a base de qualquer plano para melasma. Sem essa etapa, os demais tratamentos perdem efeito.

Clareadores tópicos

Medicamentos e ativos clareadores são escolhidos conforme o quadro, a sensibilidade da pele e a resposta anterior. O uso é orientado e acompanhado, porque irritação em excesso pode escurecer as manchas.

Peelings e tecnologias

Em casos selecionados, procedimentos complementam o tratamento tópico, sempre em etapas, com parâmetros ajustados ao risco de rebote da pigmentação. A indicação depende da avaliação do tipo de pele e da profundidade do pigmento.

Manutenção contínua

O melasma é crônico: depois da melhora, a manutenção sustenta o resultado e reduz recidivas. O plano de manutenção é revisto nas consultas de acompanhamento, conforme a estação do ano e a resposta da pele.

Diagnóstico diferencial

Manchas novas, assimétricas, que crescem, mudam de cor ou descamam merecem exame dermatológico para excluir outras causas, incluindo lesões que exigem biópsia. O diagnóstico correto vem antes de qualquer clareamento.

Da queixa ao plano de tratamento.

  1. 01

    Escuta e histórico

    Conversa detalhada sobre os sintomas, o tempo de evolução, os tratamentos já realizados e o impacto na rotina.

  2. 02

    Exame dermatológico

    Avaliação dirigida da pele, dos cabelos ou das unhas, com dermatoscopia quando indicada.

  3. 03

    Investigação

    Exames laboratoriais, cultura, exame micológico ou biópsia apenas quando contribuem para o diagnóstico.

  4. 04

    Plano de cuidado

    Tratamento individualizado, orientações práticas e acompanhamento da resposta ao longo do tempo.

Dr. Diego Gálvez

Profissional desta área

Dr. Diego Gálvez

CRM-RJ 52-0112387-4 · RQE 57517

Dermatologista com atuação clínica e cirúrgica, o Dr. Diego conduz o diagnóstico e o tratamento do melasma e de outras alterações da pigmentação, com plano individualizado e acompanhamento contínuo.

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O que saber antes de agendar.

Melasma tem cura?

O melasma é uma condição crônica da pigmentação: não se fala em cura definitiva, mas é possível clarear as manchas e mantê-las sob controle com tratamento e manutenção contínua. A resposta varia conforme a profundidade do pigmento e a constância dos cuidados.

Por que as manchas voltam mesmo com protetor solar?

Além do sol direto, a luz visível e o calor também estimulam o pigmento, e os melanócitos das áreas afetadas permanecem mais reativos. Por isso o plano combina protetor adequado, muitas vezes com cor, reaplicação, hábitos de sombra e tratamento de manutenção.

Clarear rápido não é melhor?

Tratamentos agressivos que irritam a pele podem piorar o melasma, escurecendo as manchas. O tratamento avança em etapas, com reavaliações, justamente para clarear sem provocar rebote da pigmentação.

Toda mancha escura no rosto é melasma?

Não. Outras condições, de manchas solares a lesões que exigem biópsia, podem se parecer com melasma. Manchas novas, assimétricas, que crescem ou mudam de cor merecem exame dermatológico antes de qualquer tratamento clareador.

Grávidas podem tratar melasma?

A gestação influencia tanto o surgimento do melasma quanto as opções seguras de tratamento. Nesse período, o plano costuma priorizar fotoproteção e cuidados adequados, deixando outras etapas para depois, conforme orientação médica individualizada.

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