Avaliação do pigmento
O exame avalia o padrão, a profundidade e a extensão do pigmento, fatores que influenciam diretamente a resposta ao tratamento. Essa avaliação também diferencia o melasma de outras causas de manchas no rosto.
Melasma
Avaliação do padrão e da profundidade do pigmento e tratamento individualizado do melasma, com estratégia de manutenção, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

O melasma é uma hiperpigmentação adquirida e crônica, mais comum em mulheres, com participação de predisposição genética, hormônios e exposição à luz. Os melanócitos das áreas afetadas permanecem mais reativos: não apenas o sol direto, mas também a luz visível e o calor estimulam a produção de pigmento; por isso, as manchas tendem a voltar, mesmo com protetor solar.
Vale procurar avaliação quando manchas acastanhadas surgem ou escurecem no rosto, quando tratamentos anteriores irritaram a pele ou não trouxeram resultado, ou quando há dúvida sobre o diagnóstico: nem toda mancha escura é melasma, e algumas lesões pigmentadas exigem exame dermatológico para excluir outras causas.
Na Clínica QARA, em Copacabana, o tratamento é planejado em etapas: fotoproteção diária adequada ao quadro, clareadores tópicos e, em casos selecionados, peelings e tecnologias, sempre com reavaliação da resposta. Tratamentos agressivos que irritam a pele podem piorar a mancha, e a manutenção contínua faz parte do plano, não é sinal de falha.
Exames e tratamentos são indicados somente após a consulta e variam conforme o diagnóstico, a saúde e os objetivos de cada paciente.
O exame avalia o padrão, a profundidade e a extensão do pigmento, fatores que influenciam diretamente a resposta ao tratamento. Essa avaliação também diferencia o melasma de outras causas de manchas no rosto.
Protetor solar diário com reaplicação, filtros com cor, que ajudam a bloquear a luz visível, e hábitos de sombra são a base de qualquer plano para melasma. Sem essa etapa, os demais tratamentos perdem efeito.
Medicamentos e ativos clareadores são escolhidos conforme o quadro, a sensibilidade da pele e a resposta anterior. O uso é orientado e acompanhado, porque irritação em excesso pode escurecer as manchas.
Em casos selecionados, procedimentos complementam o tratamento tópico, sempre em etapas, com parâmetros ajustados ao risco de rebote da pigmentação. A indicação depende da avaliação do tipo de pele e da profundidade do pigmento.
O melasma é crônico: depois da melhora, a manutenção sustenta o resultado e reduz recidivas. O plano de manutenção é revisto nas consultas de acompanhamento, conforme a estação do ano e a resposta da pele.
Manchas novas, assimétricas, que crescem, mudam de cor ou descamam merecem exame dermatológico para excluir outras causas, incluindo lesões que exigem biópsia. O diagnóstico correto vem antes de qualquer clareamento.
Conversa detalhada sobre os sintomas, o tempo de evolução, os tratamentos já realizados e o impacto na rotina.
Avaliação dirigida da pele, dos cabelos ou das unhas, com dermatoscopia quando indicada.
Exames laboratoriais, cultura, exame micológico ou biópsia apenas quando contribuem para o diagnóstico.
Tratamento individualizado, orientações práticas e acompanhamento da resposta ao longo do tempo.

Profissional desta área
CRM-RJ 52-0112387-4 · RQE 57517
Dermatologista com atuação clínica e cirúrgica, o Dr. Diego conduz o diagnóstico e o tratamento do melasma e de outras alterações da pigmentação, com plano individualizado e acompanhamento contínuo.
Conhecer formação e áreas de atuação →O melasma é uma condição crônica da pigmentação: não se fala em cura definitiva, mas é possível clarear as manchas e mantê-las sob controle com tratamento e manutenção contínua. A resposta varia conforme a profundidade do pigmento e a constância dos cuidados.
Além do sol direto, a luz visível e o calor também estimulam o pigmento, e os melanócitos das áreas afetadas permanecem mais reativos. Por isso o plano combina protetor adequado, muitas vezes com cor, reaplicação, hábitos de sombra e tratamento de manutenção.
Tratamentos agressivos que irritam a pele podem piorar o melasma, escurecendo as manchas. O tratamento avança em etapas, com reavaliações, justamente para clarear sem provocar rebote da pigmentação.
Não. Outras condições, de manchas solares a lesões que exigem biópsia, podem se parecer com melasma. Manchas novas, assimétricas, que crescem ou mudam de cor merecem exame dermatológico antes de qualquer tratamento clareador.
A gestação influencia tanto o surgimento do melasma quanto as opções seguras de tratamento. Nesse período, o plano costuma priorizar fotoproteção e cuidados adequados, deixando outras etapas para depois, conforme orientação médica individualizada.
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