Cirurgia dermatológica · Copacabana

Avaliação, retirada de lesões e reconstrução da pele.

Biópsias e cirurgias da pele, do couro cabeludo e das unhas, com planejamento e acompanhamento da cicatrização.

Dr. Diego Gálvez, dermatologista e cirurgião dermatológico

Do diagnóstico ao tratamento, com acompanhamento próximo.

A cirurgia dermatológica abrange procedimentos realizados na pele, nas unhas e no tecido subcutâneo. Pode ser indicada para esclarecer diagnósticos, tratar lesões benignas ou malignas e reconstruir a área operada.

Muitos desses procedimentos são realizados com anestesia local, e o paciente recebe orientações sobre preparo, curativos e retorno às atividades — o que costuma tornar a experiência mais tranquila e previsível.

A técnica depende do diagnóstico, da localização, do tamanho da lesão e das condições clínicas de cada paciente. Por isso, a consulta e o planejamento individual são etapas essenciais antes de qualquer decisão cirúrgica.

Procedimentos realizados.

A indicação é definida somente após avaliação médica. Nem toda lesão precisa ser removida e procedimentos diferentes exigem preparos distintos.

Biópsias

Retirada de pequenos fragmentos de pele, couro cabeludo ou unhas para análise histopatológica — o exame do tecido ao microscópio que ajuda a confirmar o diagnóstico. Costumam ser procedimentos breves, geralmente realizados com anestesia local.

Pintas e lesões benignas

Avaliação com dermatoscopia — exame que amplia as estruturas da lesão — para diferenciar nevos (pintas), verrugas e outras lesões benignas daquelas que merecem investigação. A retirada é indicada conforme critérios médicos, avaliados caso a caso.

Cistos e lipomas

Nódulos benignos do tecido subcutâneo que podem crescer, inflamar ou incomodar ao longo do tempo. O planejamento cirúrgico considera a localização, o tamanho e as características da lesão, buscando a remoção completa e o fechamento cuidadoso da área.

Tumores e câncer da pele

Tratamento cirúrgico de carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma, definido conforme o diagnóstico e o estadiamento — a avaliação da extensão da doença. A retirada é planejada com margens de segurança, isto é, uma faixa de pele ao redor da lesão, verificadas pela análise histopatológica.

Retalhos e enxertos

Técnicas de reconstrução utilizadas quando o fechamento direto da área operada não é possível ou não é o mais adequado. O retalho aproveita a pele vizinha e o enxerto utiliza pele de outra região, com o objetivo de preservar a função e favorecer a cicatrização.

Cirurgia corretiva

Correção de cicatrizes, fenda de lóbulo de orelha e outras alterações que causam desconforto funcional ou estético. Cada caso é avaliado individualmente para definir se a cirurgia é indicada e qual técnica costuma ser mais adequada à região e ao tipo de pele.

Quatro etapas para uma decisão segura.

  1. 01

    Consulta e dermatoscopia

    Avaliação da lesão com dermatoscopia, além do histórico, sintomas, medicamentos em uso e condições clínicas relevantes para a segurança do procedimento.

  2. 02

    Definição diagnóstica

    Solicitação de biópsia ou exames complementares quando necessários, para que a decisão cirúrgica se apoie em um diagnóstico bem estabelecido.

  3. 03

    Planejamento

    Explicação da técnica, anestesia, cicatriz esperada, análise histopatológica e recuperação, com espaço para esclarecer dúvidas antes de decidir.

  4. 04

    Procedimento e acompanhamento

    Orientações pré e pós-operatórias e seguimento da cicatrização em consultas de retorno, com ajustes de cuidado quando necessários.

Dr. Diego Gálvez

Especialista responsável

Dr. Diego Gálvez

CRM-RJ 52-0112387-4 · RQE 57517

Dermatologista com formação no Instituto Professor Rubem David Azulay e pós-graduação em Cirurgia Dermatológica pela Santa Casa do Rio de Janeiro. Fundador da Clínica QARA e membro da SBD e SBCD.

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Antes do procedimento.

A cirurgia é feita com anestesia?

Muitos procedimentos dermatológicos são realizados com anestesia local, que adormece apenas a região operada. A técnica anestésica e o local de realização do procedimento dependem da complexidade de cada caso.

Toda lesão retirada precisa de análise?

O médico define quando a análise histopatológica — o exame do tecido ao microscópio — é necessária. Em lesões suspeitas ou retiradas para diagnóstico, ela costuma ser parte importante da investigação.

Quanto tempo dura a recuperação?

Varia conforme o procedimento, a localização e a extensão da área operada. As orientações sobre curativos, atividade física e retorno às rotinas são individualizadas e revisadas nas consultas de acompanhamento.

Quais cuidados devo ter com a cicatriz depois da cirurgia?

Os cuidados variam conforme o procedimento e a região operada, mas costumam incluir manter o curativo conforme orientado, evitar esforço sobre a área e proteger a cicatriz do sol. As recomendações específicas são entregues após o procedimento e revisadas nos retornos.

Quando o resultado da biópsia fica pronto?

O prazo é informado no atendimento e varia conforme o laboratório e o tipo de análise. O resultado costuma ser discutido em consulta, para que o laudo seja interpretado no contexto clínico e os próximos passos sejam definidos em conjunto.

É possível solicitar reembolso?

O atendimento é particular. A clínica emite nota fiscal e documentos médicos para solicitação de reembolso junto ao convênio, conforme as regras de cada plano.

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