Dermatologia geriátrica

Cuidado dermatológico dedicado à pele madura.

Avaliação das doenças da pele no idoso: ressecamento e coceira, lesões suspeitas, unhas e fragilidade cutânea, com atenção aos medicamentos em uso, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Dr. Diego Gálvez, dermatologista da Clínica QARA

A pele muda com a idade, e o cuidado precisa acompanhar.

Com o envelhecimento, a pele fica mais fina, mais seca e mais frágil: coceira persistente, ressecamento, pequenos machucados que demoram a cicatrizar e manchas novas se tornam queixas frequentes. Ao mesmo tempo, a exposição solar acumulada ao longo da vida aumenta a importância do exame periódico das lesões: queratoses actínicas e câncer da pele são mais comuns nessa fase.

Coceira ou ressecamento persistentes, lesões novas, feridas que não cicatrizam e unhas que engrossam ou mudam de cor justificam a consulta, assim como o exame completo da pele, especialmente para quem trabalhou ou viveu com grande exposição ao sol.

A consulta considera o conjunto: o exame completo da pele com dermatoscopia, as unhas, a fragilidade cutânea e os medicamentos em uso, que nessa fase são mais numerosos e podem causar ou agravar reações na pele. O plano de cuidado é prático e adaptado à rotina e à autonomia de cada paciente.

Condições atendidas nesta especialidade.

Exames e tratamentos são indicados somente após a consulta e variam conforme o diagnóstico, a saúde e os objetivos de cada paciente.

Ressecamento e coceira

A pele madura perde água e barreira com mais facilidade, e a coceira persistente é uma das queixas mais comuns. O cuidado combina hidratação adequada, ajuste de hábitos de banho e tratamento das causas identificadas.

Queratoses actínicas e lesões pré-malignas

Lesões ásperas e persistentes em áreas de sol acumulado merecem avaliação e tratamento: são marcadores do dano solar e algumas podem evoluir para câncer da pele.

Câncer da pele no idoso

A incidência aumenta com a idade e com o sol acumulado. O exame periódico com dermatoscopia identifica lesões suspeitas cedo, quando o tratamento é mais simples, e a cirurgia, quando indicada, é feita na própria clínica.

Fragilidade da pele e cicatrização

Pele fina, roxos frequentes e feridas que demoram a fechar pedem cuidados específicos de proteção e curativo, além da avaliação de fatores que atrasam a cicatrização.

Unhas no envelhecimento

Espessamento, micoses e deformidades das unhas são frequentes e tratáveis. A confirmação diagnóstica evita tratamentos prolongados desnecessários, e a equipe conta com dermatologista dedicado às unhas.

Medicamentos e reações na pele

Quem usa vários medicamentos tem mais chance de reações cutâneas. A consulta revisa a lista em uso e considera essa possibilidade diante de erupções, coceira ou mudanças recentes na pele.

Da queixa ao plano de tratamento.

  1. 01

    Escuta e histórico

    Conversa detalhada sobre os sintomas, o tempo de evolução, os tratamentos já realizados e o impacto na rotina.

  2. 02

    Exame dermatológico

    Avaliação dirigida da pele, dos cabelos ou das unhas, com dermatoscopia quando indicada.

  3. 03

    Investigação

    Exames laboratoriais, cultura, exame micológico ou biópsia apenas quando contribuem para o diagnóstico.

  4. 04

    Plano de cuidado

    Tratamento individualizado, orientações práticas e acompanhamento da resposta ao longo do tempo.

Dr. Diego Gálvez

Profissional desta área

Dr. Diego Gálvez

CRM-RJ 52-0112387-4 · RQE 57517

Dermatologista com atuação clínica e cirúrgica, o Dr. Diego conduz o cuidado da pele madura, do exame periódico com dermatoscopia ao tratamento clínico e cirúrgico das lesões, quando indicado.

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Cuidado em equipe.

O que saber antes de agendar.

Coceira persistente no idoso é normal?

É frequente, mas não deve ser normalizada: ressecamento, doenças da pele, reações a medicamentos e até condições internas podem estar envolvidos. Coceira que incomoda de forma persistente merece avaliação e tratamento.

O que são queratoses actínicas?

Lesões ásperas e persistentes em áreas de sol acumulado, que marcam o dano solar e podem, em parte dos casos, evoluir para câncer da pele. Por isso são avaliadas e tratadas, com acompanhamento periódico.

Com que frequência o idoso deve examinar a pele?

Depende do histórico de sol, do tipo de pele e de lesões anteriores; o intervalo é definido em consulta. Feridas que não cicatrizam e lesões novas ou em mudança não devem esperar a próxima revisão.

A consulta considera os medicamentos que já uso?

Sim. A lista de medicamentos é parte importante da avaliação: reações cutâneas a medicamentos são mais comuns com o uso de múltiplos remédios, e novos tratamentos precisam considerar interações.

Familiares podem acompanhar a consulta?

Sim. A participação de familiares ou cuidadores é bem-vinda quando ajuda no relato das queixas e na execução do plano de cuidado no dia a dia.

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Atendimento de seg. a sex., 8h–21h, e sáb., 8h–13h, sempre com hora marcada.