Ressecamento e coceira
A pele madura perde água e barreira com mais facilidade, e a coceira persistente é uma das queixas mais comuns. O cuidado combina hidratação adequada, ajuste de hábitos de banho e tratamento das causas identificadas.
Dermatologia geriátrica
Avaliação das doenças da pele no idoso: ressecamento e coceira, lesões suspeitas, unhas e fragilidade cutânea, com atenção aos medicamentos em uso, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Com o envelhecimento, a pele fica mais fina, mais seca e mais frágil: coceira persistente, ressecamento, pequenos machucados que demoram a cicatrizar e manchas novas se tornam queixas frequentes. Ao mesmo tempo, a exposição solar acumulada ao longo da vida aumenta a importância do exame periódico das lesões: queratoses actínicas e câncer da pele são mais comuns nessa fase.
Coceira ou ressecamento persistentes, lesões novas, feridas que não cicatrizam e unhas que engrossam ou mudam de cor justificam a consulta, assim como o exame completo da pele, especialmente para quem trabalhou ou viveu com grande exposição ao sol.
A consulta considera o conjunto: o exame completo da pele com dermatoscopia, as unhas, a fragilidade cutânea e os medicamentos em uso, que nessa fase são mais numerosos e podem causar ou agravar reações na pele. O plano de cuidado é prático e adaptado à rotina e à autonomia de cada paciente.
Exames e tratamentos são indicados somente após a consulta e variam conforme o diagnóstico, a saúde e os objetivos de cada paciente.
A pele madura perde água e barreira com mais facilidade, e a coceira persistente é uma das queixas mais comuns. O cuidado combina hidratação adequada, ajuste de hábitos de banho e tratamento das causas identificadas.
Lesões ásperas e persistentes em áreas de sol acumulado merecem avaliação e tratamento: são marcadores do dano solar e algumas podem evoluir para câncer da pele.
A incidência aumenta com a idade e com o sol acumulado. O exame periódico com dermatoscopia identifica lesões suspeitas cedo, quando o tratamento é mais simples, e a cirurgia, quando indicada, é feita na própria clínica.
Pele fina, roxos frequentes e feridas que demoram a fechar pedem cuidados específicos de proteção e curativo, além da avaliação de fatores que atrasam a cicatrização.
Espessamento, micoses e deformidades das unhas são frequentes e tratáveis. A confirmação diagnóstica evita tratamentos prolongados desnecessários, e a equipe conta com dermatologista dedicado às unhas.
Quem usa vários medicamentos tem mais chance de reações cutâneas. A consulta revisa a lista em uso e considera essa possibilidade diante de erupções, coceira ou mudanças recentes na pele.
Conversa detalhada sobre os sintomas, o tempo de evolução, os tratamentos já realizados e o impacto na rotina.
Avaliação dirigida da pele, dos cabelos ou das unhas, com dermatoscopia quando indicada.
Exames laboratoriais, cultura, exame micológico ou biópsia apenas quando contribuem para o diagnóstico.
Tratamento individualizado, orientações práticas e acompanhamento da resposta ao longo do tempo.

Profissional desta área
CRM-RJ 52-0112387-4 · RQE 57517
Dermatologista com atuação clínica e cirúrgica, o Dr. Diego conduz o cuidado da pele madura, do exame periódico com dermatoscopia ao tratamento clínico e cirúrgico das lesões, quando indicado.
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É frequente, mas não deve ser normalizada: ressecamento, doenças da pele, reações a medicamentos e até condições internas podem estar envolvidos. Coceira que incomoda de forma persistente merece avaliação e tratamento.
Lesões ásperas e persistentes em áreas de sol acumulado, que marcam o dano solar e podem, em parte dos casos, evoluir para câncer da pele. Por isso são avaliadas e tratadas, com acompanhamento periódico.
Depende do histórico de sol, do tipo de pele e de lesões anteriores; o intervalo é definido em consulta. Feridas que não cicatrizam e lesões novas ou em mudança não devem esperar a próxima revisão.
Sim. A lista de medicamentos é parte importante da avaliação: reações cutâneas a medicamentos são mais comuns com o uso de múltiplos remédios, e novos tratamentos precisam considerar interações.
Sim. A participação de familiares ou cuidadores é bem-vinda quando ajuda no relato das queixas e na execução do plano de cuidado no dia a dia.
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