Transplante capilar

Transplante capilar FUE com diagnóstico e planejamento médico.

Avaliação criteriosa com tricoscopia, diagnóstico da causa da queda e planejamento individualizado do transplante capilar pela técnica FUE, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Dra. Diana Stohmann, dermatologista da Clínica QARA

O transplante começa muito antes da cirurgia: no diagnóstico.

Nem todo paciente com queda de cabelo é candidato ao transplante capilar. A cirurgia é indicada principalmente para alopecia androgenética estável, depois de confirmado o diagnóstico, estabilizada a queda e avaliada a qualidade da área doadora, que é finita. Sem essas etapas, o transplante pode ter resultado insatisfatório e desperdiçar folículos que não voltam.

Vale buscar avaliação quando o afinamento dos fios incomoda de forma consistente, quando o tratamento clínico já estabilizou a queda e a densidade segue insatisfatória, ou quando há dúvida sobre ser ou não candidato. A avaliação inclui tricoscopia e exclui outras causas de queda que contraindicam ou adiam a cirurgia.

Na Clínica QARA, em Copacabana, a Dra. Diana Stohmann conduz a avaliação e o planejamento: desenho da linha, estimativa de unidades foliculares e priorização de áreas, alinhados com o paciente. Na técnica FUE (extração de unidades foliculares), os folículos são retirados individualmente da área doadora e implantados nas áreas de rarefação. O tratamento clínico costuma continuar após a cirurgia, e os resultados definitivos são avaliados ao longo de meses.

Condições atendidas nesta especialidade.

Exames e tratamentos são indicados somente após a consulta e variam conforme o diagnóstico, a saúde e os objetivos de cada paciente.

Avaliação de candidatura

Diagnóstico confirmado, queda estabilizada, área doadora adequada e expectativas realistas, confirmados em consulta com tricoscopia, definem quem pode se beneficiar do transplante. Casos não candidatos recebem plano clínico adequado.

Técnica FUE

Na extração de unidades foliculares, os folículos são retirados individualmente da área doadora, sem faixa de pele, e implantados nas áreas de rarefação conforme o planejamento. A técnica e o número de unidades dependem de cada caso.

Planejamento da linha e das áreas

O desenho da linha anterior e a priorização das áreas consideram a idade, o padrão de perda, a projeção de evolução e a reserva da área doadora, para um resultado natural também no longo prazo.

Tratamento clínico associado

O transplante não interrompe a alopecia androgenética nos fios não transplantados. Por isso o tratamento clínico costuma continuar após a cirurgia, protegendo o resultado e a densidade das demais áreas.

Pós-operatório e evolução

Cuidados locais, queda transitória esperada dos fios implantados e crescimento gradual fazem parte da evolução normal. Os retornos acompanham o resultado, avaliado de forma definitiva ao longo de meses.

Quando o transplante não é indicado

Alopecias em atividade, doenças do couro cabeludo não controladas e área doadora insuficiente estão entre as situações que contraindicam ou adiam a cirurgia. Nesses casos, o plano clínico vem primeiro.

Da queixa ao plano de tratamento.

  1. 01

    Escuta e histórico

    Conversa detalhada sobre os sintomas, o tempo de evolução, os tratamentos já realizados e o impacto na rotina.

  2. 02

    Exame dermatológico

    Avaliação dirigida da pele, dos cabelos ou das unhas, com dermatoscopia quando indicada.

  3. 03

    Investigação

    Exames laboratoriais, cultura, exame micológico ou biópsia apenas quando contribuem para o diagnóstico.

  4. 04

    Plano de cuidado

    Tratamento individualizado, orientações práticas e acompanhamento da resposta ao longo do tempo.

Dra. Diana Stohmann

Profissional desta área

Dra. Diana Stohmann

CRM-RJ 52-1305301 · RQE 57357

Dermatologista dedicada à tricologia, a Dra. Diana conduz a investigação diagnóstica da queda capilar, o tratamento clínico e a avaliação e o planejamento do transplante capilar pela técnica FUE.

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O que saber antes de agendar.

Quem pode fazer transplante capilar?

Principalmente pessoas com alopecia androgenética estável, área doadora adequada e expectativas realistas, critérios confirmados em avaliação médica com tricoscopia. Sem diagnóstico correto e queda estabilizada, a cirurgia pode ter resultado insatisfatório.

Como funciona a técnica FUE?

Os folículos são extraídos individualmente da área doadora, sem retirada de faixa de pele, e implantados nas áreas de rarefação, conforme o planejamento definido em consulta. O número de unidades foliculares varia caso a caso.

O resultado é imediato?

Não. Há uma queda transitória esperada dos fios implantados nas primeiras semanas, seguida de crescimento gradual. O resultado definitivo costuma ser avaliado ao longo de meses, em retornos programados.

Vou precisar continuar o tratamento clínico depois?

Na maioria dos casos, sim. O transplante não interrompe a progressão da alopecia androgenética nos fios não transplantados; manter o tratamento clínico protege a densidade das demais áreas e o resultado da cirurgia.

E se eu não for candidato?

A avaliação identifica a causa real da queda e propõe o plano adequado: clínico, com tricoscopia e acompanhamento. Desconfie de promessas de resultado garantido ou de cirurgia sem avaliação médica prévia: a área doadora é finita.

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